A história
das seguintes músicas:
em 1963, Teresinha Piveta começou,
depois, a Irmã Juliana Führ continuou,
aos poucos, um elenco se organizou. As
músicas à Mãe três vezes Admirável,
à Madre Francisca Lechner,
à Irmã Teresina Werner,
à Irmã Adelaide Molinari tiveram lugar
em encontros,
em caminhadas,
em orações,...
Muitas Irmãs suplicaram:
estas músicas precisam ser gravadas,
aprendidas,
cantadas,
multiplicadas...
Em 2005,
na celebração jubilar dos 85 anos
de vida e presença missionária
das Filhas do Amor Divino no Brasil,
teimosamente,
iniciou a corrida em busca de partituras,
de mais letras,
de novas melodias,...
para inserir na Revista Jubilar.
... e foi assim...
que uma infinidade de notas musicais
encontraram o seu afinado lugar
em espaços e linhas de pautas sonoras.
O caminho das músicas foi aumentando,
outras idéias foram surgindo,
e a decisão apontou no horizonte:
vamos também gravá-las em CD!
... e foi assim!
Várias Irmãs, num vai-e-vem de expectativas,
foram ao Studio Regente,
compondo uma sinfonia de vozes e sons,
chegando à solene proclamação:
“O Divino Amor encanta.”
Agora, o Amor Divino pode ser cantado,
com melodias alegres,
com ritmos variados,
com sons multiplicados.
O convite continua:
vamos inventar outras canções,
compor mais versos,
treinar novas melodias,
e...
abrir sempre mais o horizonte musical!
(Irmã Zoeli Maria Pletsch).
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