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Espiritualidade

bibliaA Espiritualidade que buscamos vivenciar tem sua fonte original no mistério da Santíssima Trindade, onde o Amor e a Vida se expressam em plenitude. Nossa Espiritualidade se alimenta pela PALAVRA de DEUS, “primeira fonte de toda vida espiritual cristã” (VC 94), se regenera pela celebração dos sacramentos, sobretudo pela EUCARISTIA, cume, fonte e centro de toda a vida de oração (cf Const. 31) e se enriquece pela herança espiritual da Congregação.

A máxima da Fundadora: “Compreender amando, amar amparando e amparar salvando”, na força do Carisma, se traduz em prática evangélica na “convivên    cia” diária.

A abertura ao Espírito Santo que cria, recria, renova e transforma todas as coisas, torna nosso ser e fazer uma revelação do rosto materno de Deus pelo: acolhimento, ternura, misericórdia, compaixão, solidariedade, perdão, gratuidade,…! Neste dinamismo somos confirmadas na vivência de uma espiritualidade segundo o Espírito, no seguimento de Jesus Cristo, envolvidas na realização do projeto do Pai.

Espiritualidade é o coração da Vida Consagrada e a fonte do dinamismo apostólico-missionário. Reafirmando o primado da vida espiritual, priorizamos a vida de oração e nos reservamos espaços qualificados de gratuidade para estar a sós com o Senhor, a exemplo de Jesus.

O Espírito Santo nos introduz e inicia no mistério da comunhão Trinitária, nos faz entender “por dentro” o segredo de Deus. Nesta intimidade, com o Espírito de Jesus, nas situações existenciais e missionárias, podemos clamar confiantes, como “filhas, no Filho”: “Abba”! Papai! Nesta relação profunda aprendemos a lição fundamental: a CARIDADE! Na Vida Consagrada a experiência de Deus, vivida em comunhão Trinitária, vai-se afirmando como “espaço teologal” em que a Palavra e o Pão da Vida, reconciliação e profecia, esperança e amor se revelam como epifania da vocação à unidade.

Em nossa Espiritualidade, Maria ocupa um lugar especial. Ela, a “bendita entre as mulheres”, mãe e discípula de Jesus Cristo, “mestra e protetora nos caminhos do amor”, constitui-se sinal de fé e de esperança no envolvimento ativo de presença humana e solidária, inspiração para levantar os caídos, reveladora do feminino de Deus.

Nossa espiritualidade está expressa em nosso nome, pois nos dá um nome comunitário e um nome pessoal: como CONGREGAÇÃO a Fundadora chama-nos “FILHAS do Amor Divino”, apontando assim para a convivência fraterna entre Irmãs, a vida comunitária. Nos primeiros Estatutos ela diz também que CADA UMA é uma “FILHA do Amor Divino”, acentuando deste modo a relação pessoal com Deus, nosso Pai. Assim somos continuamente desafiadas a viver o IDEAL: “Fazer o bem, alegrar, tornar feliz e conduzir ao céu”.

Fonte: Profetas do Reino Volume III, editora mundo e missão, SP, 2001

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